O protocolo “Não é Não”, que é uma ação de prevenção ao constrangimento e a violência contra a mulher e para a proteção da vítima, e é uma iniciativa de cooperação técnica do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Federação Catarinense de Futebol (FCF) e Associação de Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina (SCClubes), foi pauta em encontro na tarde desta quinta-feira (09/04), na sede da FCF, em Balneário Camboriú, com representantes da Federação, SC Clubes e dirigentes de clubes da Série B do Campeonato Catarinense.
O presidente da FCF, Rubens Angelotti, o diretor do Departamento de Competições, Carlos Crispim, o diretor executivo da SCClubes, Luiz Henrique Ribeiro, e representantes de clubes que neste mês vão disputar a edição 2026 do Campeonato Catarinense da Série B conversaram sobre formas de aprimorar o importante protocolo no decorrer da competição, que premiará o campeão com vaga na Catarinense Fort Atacadista 2026. Estiveram presentes na reunião os seguintes representantes dos clubes: Serginho Lopes (Guarani), Daniel Carboni e Henrique Leão (Blumenau), Valdemir da Silva e Juvenal dos Santos (Jaraguá), Yuri Naves (Nação) e Anelisio Machado (Fluminense).
Dentro do Regulamento Geral de Competições da FCF, o protocolo está em atividade em todas as competições profissionais da FCF. Nesta quinta-feira, foram apresentados aos clubes as placas de identificação, que ficarão localizadas no acesso dos torcedores e também nos banheiros femininos. Além disso, monitores com um colete de identificação, ficarão disponíveis nos locais onde circula a torcida.
Além de ações referentes ao protocolo “Não é Não”, os monitores ficarão disponíveis para auxiliar em questões que envolvam ações racistas, homofóbicas, xenofóbicas, sexistas, ou outros tipos de mensagens ofensivas.



